Curiosidades sobre a colheita

Curiosidades sobre a colheita

Legumes, frutas, grãos e verduras compõem a mesa e colorem o prato de muitas casas brasileiras. Mas você consegue imaginar como é o processo desde a plantação até a colheita?

Variando de abril a outubro nas regiões mais quentes, mas também estendendo-se até o mês de dezembro na região sul, a colheita faz parte do sustento de milhares de famílias. Cada cultura tem um tempo específico para a colheita, dependendo da variedade, das condições do solo e clima.

👇Compartilho com vocês algumas curiosidades:

✅1. Os frutos podem ser colhidos a cada 3 dias, ou ainda diariamente;

✅2. As cestas próprias para a colheita de frutas são feitas de madeira e são forradas com papel apropriado;

✅3. Os frutos in natura (sem serem processados), são colhidos e armazenados em cálices auxiliando sua conservação;

✅4. No caso das culturas de maior escala, como soja, milho, cana e café, existem maquinários específicos que precisam de operadores especializados. É preciso ter também uma estrutura de vagões e caminhões para transportar os produtos até seu local de armazenagem.

Nesse período, as propriedades contratam muitos trabalhadores temporários para auxiliar nas diversas atividades desempenhadas, uma excelente oportunidade de emprego.

Maracaju é representada em conferência internacional

Maracaju é representada em conferência internacional

O município de Maracaju-MS, tem sido colocado em posição de destaque por ser o berço de tecnologias agrícolas, além de ser o oitavo município mais rico no agronegócio nacional. Mas, no mês de Julho, Maracaju também se tornou referência internacional por ter sido representado em um evento que reuniu pessoas ligadas ao meio do agro e que discutem tendências estratégicas para tornar a gestão de propriedades rurais mais sustentáveis pelo mundo. Clique aqui para saber mais!

 

Ciclo completo com Terminação a Pasto: qual genética utilizar?

Quando o assunto é ciclo pecuário completo com terminação à pasto, existe um grande desafio ao produtor: produzir diante do cenário brasileiro, reduzindo o ciclo de produção e melhorando a qualidade da carne, de maneira competitiva, rentável e sustentável. Muitos pecuaristas podem ter dúvidas na hora de escolher a melhor genética para inseminar as vacas nesse sistema.

Os pilares de um excelente rendimento de carcaça

Os pilares de um excelente rendimento de carcaça

Existem diversas polêmicas envolvendo o rendimento de carcaça, uma vez que o assunto geralmente é tema de debate entre pecuaristas e frigorífico.

De acordo com o Decreto 9.013 de 2017 (RIISPOA), a carcaça é composta pelo bovino abatido, sem cabeça, cauda, mocotós e couro. O rendimento de carcaça, então, é definido como a relação entre o peso da carcaça e o peso vivo do bovino abatido.

O excelente desempenho de rendimento de carcaça na balança do frigorífico envolve diversos aspectos dentro da porteira, como a nutrição adequada do gado, boa sanidade e a seleção de uma genética de elite. Muitas vezes os pecuaristas podem ter dificuldade de alinhar os três pilares, e por esse motivo o desempenho do rendimento de carcaça do rebanho não é o melhor possível.

Veja logo abaixo como os fatores citados podem interferir num excelente rendimentos de carcaça:

1 - Nutrição Adequada:

O manejo nutricional do rebanho é o que vai possibilitar o ganho de peso do gado. Por mais que pareça óbvio, uma dieta balanceada e que atende às necessidades nutricionais do rebanho deve ser alinhada com o tipo de produção para a qual está se destinando o gado.

A dieta para o gado que será destinado a produção de carne tipo commodity, por exemplo, necessita de um menor aporte calórico e energético do que a dieta do gado especializado para produção de carne com marmoreio. Sendo assim, o pecuarista deve estabelecer o objetivo da produção de carne para conseguir projetar o rendimento de carcaça esperado no frigorífico.

Além disso, o balanceamento adequado entre a proporção de volumoso e concentrado é ideal para evitar problemas metabólicos no gado confinado no período de terminação, que causam prejuízos econômicos aos pecuaristas e influenciam no ganho de peso diário do rebanho.

2 - Boa sanidade:

Os bovinos estão sujeitos a adquirir doenças infectoparasitárias durante todo o seu ciclo produtivo. Algumas doenças que acometem os bezerros, como as onfalopatias causadas pela cura inadequada do umbigo, podem causar perda dos animais ainda na etapa de cria, ou podem ainda repercutir num baixo nível de ganho de peso diário. Um baixo nível de GPD vai influenciar num menor rendimento de carcaça no frigorífico após o abate desse animal.

Outras doenças podem influenciar nas taxas de GPD, e por esse motivo é ideal estabelecer um calendário sanitário para os rebanhos, que deve incluir o plano de vacinação do gado e também o plano de aplicação de antiparasitários e produtos carrapaticidas. Mas, é importante sempre se atentar ao período de carência desses medicamentos e respeitar os prazos de aplicação dos mesmos, evitando qualquer tipo de problema com o frigorífico.

Além disso, a aplicação de vacinas e outros medicamentos deve ser sempre feita com agulhas novas e íntegras, e o gado deve ser contido de maneira adequada nos bretes no momento do manejo de vacinação. Isso vai prevenir a ocorrência de abscessos vacinais que, além de comprometer o rendimento de carcaças por conta da remoção de porções de carne contaminadas, podem gerar embargos e proibições na exportação da carne.

3 - Genética de elite:

Na formação de um rebanho comercial, a escolha de um reprodutor de elite é fundamental para atingir os índices desejados na balança do frigorífico. O reprodutor deve ser capaz de imprimir um ótimo acabamento de carcaça na progênie, além de ser capaz de gerar filhos precoces, que vão ganhar peso mais rapidamente.

O potencial genético para produção de carne do rebanho deve ser explorado através do manejo nutricional e, através da genética, também é possível selecionar animais mais resistentes a determinadas afecções, como animais resistentes à ectoparasitas e resistentes a problemas no casco, que podem impactar no seu desempenho produtivo.

Ijhadu da AT é um exemplo de reprodutor da Água Tirada que imprime ótimo acabamento de carcaça e possui filhos em centrais com marmoreio superior, possuindo aptidão genética para ganho de peso, musculosidade e produção de carne.


Os três fatores relatados influenciam diretamente o rendimento de carcaça no frigorífico, e devem ser sempre os pilares preconizados pelos pecuaristas na formação e no manejo dos rebanhos.

Características raciais que indicam eficiência produtiva

Características raciais que indicam eficiência produtiva

No momento da formação de rebanhos, os pecuaristas costumam selecionar os reprodutores de acordo com as características reprodutivas, como precocidade sexual, intervalo entre partos e habilidade materna, já que estas características muitas vezes são sinônimo de animais mais pesados no final do ciclo. Entretanto, além das características reprodutivas, algumas características zootecnicas da raça Nelore também são indicativas de eficiência produtiva e saúde do gado.

4ª Convenção Água Tirada

4ª Convenção Água Tirada

A 4ª edição da Convenção Água Tira pôde, mais uma vez, reunir e celebrar os colaboradores do Grupo, transmitindo a história e a visão de uma empresa referência na Pecuária para aqueles que seguem na missão de produzir alimentos para o Brasil e para o mundo.

Pecuária no Pantanal: o Modelo de Produção Ideal

Pecuária no Pantanal: o Modelo de Produção Ideal

O Pantanal possui diversos tipos de gramíneas (pastos) naturais e fertilidade das regiões alagadas todos os anos. Por esse motivo, o Pantanal atraiu a pecuária, que é praticada de forma extensiva na região desde o século XVIII. Além de contribuir com a sustentabilidade, o modelo de pecuária do Pantanal também contribui com a permanência do homem no campo, tendo importância social, além da econômica para a região.