Luto: Eliane de Lima Souza, matriarca do Grupo Água Tirada, morre aos 78 anos

Luto: Eliane de Lima Souza, matriarca do Grupo Água Tirada, morre aos 78 anos

Junto com seu esposo, Arthêmio Olegário de Souza, formaram um dos planteis mais qualificados da raça Nelore do país, fruto de um trabalho com mais de 50 anos de seleção

Nascida em Campo Grande, Eliane de Lima Souza foi casada durante 58 anos com o pecuarista Arthêmio Olegário de Souza. Sempre ao lado de seu esposo, participou ativamente do dia a dia da propriedade e dos negócios da família, como leilões, exposições, julgamentos e dias de campo.

Arthêmio iniciou sua criação com a raça Gir, e pouco depois, o Nelore. “O pai de Eliane, Antônio Olegário de Lima, que também era pecuarista, foi quem sugeriu ao Arthêmio que ele selecionasse o Nelore”, conta Ana Nery Terra Souza, nora de Eliane.

Acumulando mais de 50 anos de seleção e melhoramento genético, a marca Água Tirada é reconhecida nacionalmente pela qualidade de seu plantel da raça Nelore, com centenas de reprodutores disponibilizados no mercado. Além da pecuária, o grupo sul-mato-grossense atua na agricultura, com lavouras de soja, cana, milho e aveia.

O presidente do Sindicato Rural de Maracaju, Fábio Caminha, se manifestou em rede social pelo falecimento da sra. Eliane de Lima Souza. “Cumpriu sua missão ao lado do seu esposo, Sr. Arthêmio e filhos, deixando um legado de amor à família, companheirismo e bondade”, diz a nota.

“Deixamos nossa gratidão a esta matriarca, Eliane de Lima Souza, que partiu para os braços do Senhor: ‘Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele Dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amarem a sua vinda’ (2 Timóteo 4:7)”, divulgou Ana Nery em nome dos familiares.

Eliane de Lima Souza deixa o esposo, Arthêmio, os filhos José Adolfo e Arthêmio Jr. e as netas Gabrielle, Mikaela e Ana Olívia. O sepultamento ocorreu no domingo, 13 de dezembro, no Cemitério das Palmeiras, em Maracaju.

POR: GUALBERTO VITA